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O que é a Penitência ou Reconciliação?

É o Sacramento pelo qual o cristão obtém da misericórdia divina, o perdão da ofensa feita a Deus e ao próximo. Ao mesmo tempo, é reconciliado com a Igreja que feriu com seu pecado.

Obrigação da Confissão

  • Os pastores lembrem aos fiéis a obrigação da Confissão sacramental, pelo menos uma vez por ano, especialmente, por ocasião da Páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo e do seu Natal.

  • Antes da primeira Eucaristia e da Confirmação, faça-se a Confissão sacramental individual (cf. IRS 87). Para o sacramento do Matrimônio, os párocos motivam os noivos a aproximarem-se do sacramento da Reconciliação.

Local da Confissão

  • O lugar próprio, sem ser exclusivo, para ouvir confissões é a igreja ou oratório. Mas nada impede que este sacramento seja celebrado em outros lugares, quando há uma causa razoável (cf. cân. 964 §1 CIC). Para a celebração do Sacramento da Penitência, o sacerdote deve estar com túnica e estola.

  • Haja um espaço apropriado, preparado para essa finalidade e de fácil acesso (salas ou capelas), de modo que os fiéis se sintam convidados à prática do sacramento da Reconciliação, num clima de abertura e diálogo.

  • O lugar onde se celebra este sacramento, deve ser visível. Os padres não devem atender confissões em salas fechadas, sem janelas ou portas transparentes. O local apropriado para ouvir confissões, normalmente, é a igreja, no confessionário tradicional, ou outro recinto convenientemente preparado para essa finalidade.

Pecados reservados e excomunhões

  • O aborto não é mais um “pecado reservado”, para ser absolvido unicamente pelo bispo. Na Carta Apostólica “Misericordia et misera”, o Papa Francisco concedeu a todos os sacerdotes a faculdade de absolver o pecado do aborto de maneira irrestrita (Misericordia et misera, nº. 12).

  • Um católico que passou para uma Igreja separada da comunhão católica plena incorre em excomunhão, por heresia, conforme os cânones 1364 e 751 CIC. É preciso ver, antes de dar a absolvição: a) Se houve ato formal, isto é, uma adesão oficial a outra comunidade cristã não católica; neste caso, a excomunhão é reservada ao ordinário do lugar. b) Se esse católico vier para se confessar, ele poderá ser absolvido, graças à faculdade outorgada aos confessores. c) Para estes dois casos, os cânones 1348 e 1358, §2 CIC pedem que sejam impostas as devidas penitências pela gravidade do ato.

  • Não podem ser absolvidos os que vivem em união irregular e os divorciados, casados em novas núpcias, quando o primeiro casamento foi celebrado na Igreja e não declarado nulo (cf. Familiaris Consortio, nº. 84; Reconciliatio et Poenitentia, nº. 34; Catecismo da Igreja Católica, 1650). Nesses casos, porém, deve-se ter o devido trato pastoral: “O olhar de Cristo (...) inspira o cuidado pastoral da Igreja pelos fiéis que simplesmente vivem juntos, que contraíram Matrimônio apenas civil ou são divorciados que voltaram a casar. Quanto às pessoas divorciadas que vivem numa nova união, é importante fazer-lhes sentir que fazem parte da Igreja, que “não estão excomungadas” nem são tratadas como tais, porque sempre integram a comunhão eclesial. Estas situações “exigem um atento discernimento e um acompanhamento com grande respeito, evitando qualquer linguagem e atitude que as faça sentir discriminadas e promovendo a sua participação na vida da comunidade. Cuidar delas não é, para a comunidade cristã, um enfraquecimento da sua fé e do seu testemunho sobre a indissolubilidade do Matrimônio; antes, ela exprime precisamente neste cuidado a sua caridade” (cf. Amoris Laetitia, 243).

O que dizem os fiéis?

Cliente

"A Confissão foi um marco na minha vida espiritual. Senti um peso sendo tirado dos meus ombros, permitindo-me viver em paz e com um coração renovado."

Raquel - 27 anos
Cliente

"A experiência da Confissão me trouxe alívio e clareza. Foi um momento de reconciliação que reacendeu minha fé e me conectou mais profundamente à comunidade."

André - 34 anos
Cliente

"Ao me confessar, encontrei um caminho para o perdão e a renovação. É um passo essencial para a minha jornada de fé, me ajudando a crescer como pessoa e cristã."

Juliana - 22 anos
Cliente

"Participar da Confissão me fez perceber a importância do arrependimento e do perdão. É uma experiência que renova minha esperança e me aproxima de Deus sempre."

Eduardo - 40 anos

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