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O que é a Unção dos Enfermos?

É o Sacramento pelo qual a Igreja, através da unção e da oração dos presbíteros, entrega os doentes aos cuidados do Senhor sofredor e glorificado, para que os alivie e o salve. Deus vem ao encontro da fragilidade do ser humano. Pode ser pedido na doença ou velhice, seja ou não iminente o perigo de morte. Trata-se da ação misericordiosa do Cristo Redentor, que se torna presente no Sacramento para fortificar, sanar e reerguer o doente e o idoso.

Quando solicitar?

A Unção dos Enfermos é um sacramento profundamente significativo, destinado a oferecer conforto, cura e esperança àqueles que enfrentam doenças ou dificuldades de saúde. Mas quando, exatamente, você deve considerar solicitar essa importante unção?


1. Durante a Doença Grave:

Se você ou um ente querido está lidando com uma condição médica séria ou uma doença terminal, a Unção dos Enfermos pode trazer a força espiritual necessária para enfrentar esses desafios. É um momento de reconciliação e apoio, oferecendo paz em meio à adversidade.


2. Antes de um Procedimento Cirúrgico:

Caso haja a necessidade de uma cirurgia significativa, solicitar a Unção pode proporcionar conforto e tranquilidade antes do procedimento. Esta prática é uma forma de buscar a proteção divina e a orientação nos momentos de incerteza.


3. Para Idosos ou Enfermidades Crônicas:

A Unção dos Enfermos também é recomendada para aqueles que estão envelhecendo ou que enfrentam doenças crônicas que afetam sua qualidade de vida. Ao receber esta unção, é possível renovar a fé e encontrar paz interior.


4. Em Momentos de Crise Espiritual:

Além dos aspectos físicos, a Unção dos Enfermos pode ser solicitada em momentos de crise espiritual ou emocional. Se você está passando por um período de desespero ou solidão, este sacramento oferece a oportunidade de reconectar-se com Deus e encontrar esperança.


5. Para Apoiar um Ente Querido:

Se você tem um amigo ou familiar que está enfrentando dificuldades, considere incentivá-lo a receber a Unção dos Enfermos. Às vezes, um gesto de amor e apoio pode ser o que eles mais precisam neste momento difícil.


Quem pode receber a Unção dos Enfermos?

A Unção dos Enfermos pode ser administrada a todo batizado que tenha intenção (ainda que habitual ou implícita), que tenha atingido o uso da razão (presumido aos 7 anos completos conforme o cân. 97 §2 CIC) e esteja em perigo de morte ou por motivo de doença grave e velhice (cf. cân. 1004 §1 CIC). “A Unção dos Enfermos não é um Sacramento só daqueles que se encontram às portas da morte. Portanto, o tempo oportuno para receber a Unção dos Enfermos é certamente o momento em que o fiel começa a correr perigo de morte, por motivo de doença, debilitação física ou psíquica, ou velhice (cf. SC 73)(CIC 1514).

Podem receber a Unção dos Enfermos, as pessoas de idade avançada, quando suas forças se encontram sensivelmente debilitadas, mesmo que não se trate de enfermidade grave. Permite-se receber antes de uma cirurgia, cabendo ao sacerdote avaliar a gravidade e a conveniência da administração do sacramento.

A doentes privados dos sentidos ou do uso da razão pode ser ministrada, quando se pode supor que a pediriam se estivessem em pleno gozo de suas faculdades, sendo reconhecida a suficiência de uma expressão interpretativa da intenção de receber este sacramento por um fiel que levou uma vida cristã exemplar.

Na dúvida, se o doente está com o uso da razão, se existe perigo de morte ou já está morto, o sacramento deve ser administrado (cf. cân. 1005 CIC).

Quando não se administra a Unção dos Enfermos?

Não se administra a Unção dos Enfermos quando há certeza da morte: o presbítero encomenda a Deus o falecido, mas não administra o sacramento, que é Unção dos doentes e não de “defuntos”. A encomendação do fiel falecido deve ser feita mediante atestado de morte dada por um médico.

Não se pode repetir a administração deste sacramento por devoção ou porque se apresenta a ocasião, como, por exemplo, cada semana, cada mês. O sacramento da Unção dos Enfermos pode ser repetido em três circunstâncias somente:

  • Quando aquele que o recebeu recuperou a saúde e tornou a adoecer com risco de morte;
  • Durante a mesma doença, se houver um agravamento (cf. cân. 1004, §2 CIC);
  • Em caso de doentes crônicos e idosos, é permitido repetir a unção, com frequência não inferior a seis meses.

Os que vivem em uniões irregulares e os divorciados que contraíram nova união não podem ser absolvidos e não podem receber a Comunhão eucarística (Familiaris Consortio, 84; Reconciliatio et Paenitentia, 34; Catecismo da Igreja Católica, 1650). São membros amados da Igreja e dela participam com limites; por isso são vivamente encorajados a procurar o quanto antes a sua paróquia para serem acompanhados pelo pároco, que deve recebê-los com paterna afeição. Fruto desse acompanhamento pode ser a busca da Câmara Eclesiástica ou do Tribunal Eclesiástico, em vista de orientações e possíveis encaminhamentos. (cf AL 241-246). Casos particulares devem ser resolvidos conforme orientações da Exortação Apostólica Amoris Laetitia (247-252).

O que dizem os familiares?

Cliente

"Receber a Unção dos Enfermos foi um momento de muita paz para mim. A oração e a bênção me fortaleceram durante a minha recuperação. Senti a presença de Deus ao meu lado."

Sandra - 50 anos
Cliente

"A Unção dos Enfermos trouxe esperança em um momento desafiador da minha vida. Foi um conforto saber que a Igreja estava comigo, me apoiando em minha jornada de cura."

William - 60 anos
Cliente

"A Unção dos Enfermos não é apenas um rito, mas uma experiência espiritual profunda. Me senti cercada de amor e apoio, ajudando-me a enfrentar a doença com coragem."

Elena - 45 anos
Cliente

"Quando recebi a Unção dos Enfermos, foi como um alívio para a minha alma. A unção trouxe bênçãos de cura e força, renovando minha fé e esperança na recuperação."

Fernando - 70 anos

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